A bolsa de Nova Iorque encerrou a sessão desta terça-feira mista, mas marcada por um novo recorde do índice financeiro S&P 500. Só o Dow Jones destoou do ‘verde’ no outro lado do Atlântico.
Olhando para a performance dos três principais índices de Wall Street, o industrial Dow Jones encerrou as negociações com uma queda de 0,21%, para os 28.248,44 pontos, penalizado sobretudo pela perda de 0,82% da Apple, para 499,32 dólares, e da Boeing, que caiu 2%, para 174,71 dólares. A tecnológica liderada por Tim Cook desvalorizou pela primeira vez em seis sessões.
O S&P 500 somou 0,36%, para os 3.443,72 pontos e o tecnológico Nasdaq ganhou 0,76%, para os 11.466,47 pontos, impulsionado pela subida de mais de 3% da rede social Facebook. As gigantes Amazon, Alphabet e Microsoft valorizaram mais de 1%.
A marcar os mercados financeiros norte-americanos estão os avanços nas negociações entre os Estados Unidos e a China, depois de um período em que as tensões aumentaram à medida que as críticas de Donald Trump à resposta da China ao vírus se acentuavam.
As duas potências mundiais “progrediram e estão comprometidas em implementar as medidas necessárias para garantir o sucesso” da Fase 1 do acordo comercial, segundo o gabinete do representante comercial dos Estados Unidos. Pequim e Washington também “apontaram os passos que a China tem dado para fazer as mudanças estruturais exigidas no acordo que garantirão maior proteção aos direitos de propriedade intelectual”, adiantou o comunicado do governo federal.
O preço do ‘ouro negro’ manteve-se a subir mais de 1%, desde o início da sessão. O valor do petróleo WTI, produzido no Texas, avança 1,69% para 43,34 dólares, enquanto o Brent sobe 1,56% para 46,34 dólares. Quanto ao mercado cambial, o euro valoriza 0,38% face ao dólar (para 1,1831 dólares) e a libra avança 0,61% face à moeda dos Estados Unidos, para 1,3142 dólares.

