Wall Street recupera das perdas com possível entendimento entre Trump e Xi

Wall Street, perante desenvolvimentos comerciais entre os EUA e a China para um possível entendimento entre Trump e Xi, atenuou as perdas.

Reuters

O Dow Jones subiu 0,56% para 25.431 pontos, o S&P 500 valorizou 0,47% 2.743 pontos e o Nasdaq manteve-se flat nos 7.258,7 pontos.

Wall Street, perante desenvolvimentos comerciais entre os EUA e a China para um possível entendimento entre Trump e Xi, atenuou as perdas.

No entanto há notas do Secretário do Comércio da Casa Branca a indicar que os EUA ainda pensam em aumentar as tarifas às importações chinesas para 25% no próximo ano, o que pode arrefecer o entusiasmo.

O tema do Brexit deverá continuar nas manchetes internacionais, numa altura em que muito se fala do futuro de Theresa May à frente dos destinos do Reino Unido, perante o pedido de demissão de alguns membros do Governo, realçam os analistas do BCP.

O dia foi marcado pelo tombo da Nvidia devido à desilusão nas projeções e algum abrandamento no negócio core.

As ações da Nvidia caíram 17% na Bolsa de Valores de Nova Iorque, depois que a fabricante de chips ter confirmado que houve uma queda acentuada na procura por processadores para criptografia de criptomoedas.

O crash da Nvidia colocou o Philadelphia Semiconductor Index sob pressão, que cai 2,5% e foi o principal obstáculo à subida do Nasdaq.

O petróleo WTI subiu 0,55% para 56,77 dólares.

Ler mais
Recomendadas

Mercados em Ação. “Estejam atentos aos ‘posts’ de Donald Trump”, diz Bruno Janeiro

Bruno Janeiro, trader e country manager da ActivoTrades Valores, esteve na última edição do ‘Mercados em Ação’ e focou a política de comunicação do presidente norte-americano.

Mercados em Ação. “Tem havido uma grande afluência de brasileiros para o mercado nacional”, diz Pedro Delgado

No ‘Espaço Empresas’ do ‘Mercados em Ação’, entrevistámos Pedro Delgado, CTO da Do It Lean, sobre o setor do software.

Wall Street fecha em baixa dada a persistência da tensão entre EUA e China

Depois de uma queda brusca do mercado, na segunda-feira, desencadeada pelo anúncio de represálias chinesas aos novos direitos alfandegários impostos pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, “os investidores pareciam um pouco mais otimistas”, dizem analistas citados pela Lusa.
Comentários