Wevesting: a importância de investir

A educação financeira na adaptação ao atual paradigma económico.

Segundo dados recolhidos pela Organização Internacional do Trabalho, em 2004 os rendimentos do trabalho (constituídos principalmente por salários) representavam 65.8% do Produto Interno Bruto em Portugal; em 2017, essa parcela estava reduzida a 54.5% – uma queda de mais de 10% em apenas 13 anos.

O que é que isto significa? Se esta tendência continuar (e os indicadores económicos parecem confirmar esse rumo) a percentagem da riqueza produzida em Portugal que acaba nas mãos dos trabalhadores continuará a encolher, enquanto a fatia reservada aos detentores de capital aumenta.

As finanças pessoais já não podem basear-se apenas na poupança. A expansão dos mercados financeiros não acontece num vácuo – implica também uma redução nos níveis relativos de compensação laboral. De forma a contrabalançar este défice crescente, a participação nos mercados financeiros torna-se cada vez mais apelativa (e necessária) para a população em geral.

Mas como entrar no mundo dos investimentos? Há uma pluralidade imensa não só de produtos financeiros disponíveis, mas também de estratégias de aplicação de capital. Como escolher?

Poderá dirigir-se ao seu banco e pedir uma aplicação de baixo risco em títulos de dívida pública. O dinheiro fica imobilizado, e não é necessário pensar mais no assunto – um tipo de gestão altamente passivo. No entanto, baixo risco equivale também a baixo retorno.

Qualquer profissional sabe que, no mundo dos investimentos, a diversificação é a regra número um – por outras palavras, nunca se deve pôr todos os ovos no mesmo cesto. Um estudo da Schroders, realizado em 2018, revelou que 41% dos investidores portugueses inquiridos reconheceram diversificar pouco ou nada os seus ativos. Assim sendo, o mercado cambial surge como uma opção viável e atrativa para investidores mais arrojados, que desejem ter um papel mais ativo nos seus investimentos e adquirir realmente noções práticas de análise financeira.

No mercado cambial, os pequenos investidores podem efetuar operações de forma menos limitada, já que a maior parte das corretoras oferece várias opções de alavancagem. Isto significa que com um investimento inicial relativamente modesto, um investidor de retalho poderá abrir várias posições em diferentes pares de moedas, arriscando valores maiores ou menores em cada par de divisas como bem lhe aprouver.

Investir no mercado cambial não é, no entanto, algo fácil de dominar, apesar da grande simplicidade operacional. A análise técnica é um talento que demora a desenvolver, especialmente para os investidores não profissionais sem experiência prévia. O acesso ao mercado está cada vez mais facilitado e liberalizado; o grande problema é entrar com o pé direito, não só devido às dificuldades iniciais – naturais ao começar qualquer novo empreendimento – como até devido à grande oferta de serviços introdutórios de fraca qualidade que existe no setor.

Muita quantidade, mas pouca qualidade. Vendo esta falha como uma oportunidade, uma equipa de profissionais do setor decidiu juntar esforços de modo a criar um novo serviço de educação financeira, pioneiro em Portugal, que toma a forma de uma empresa: a Wevesting. Um grupo maioritariamente jovem, integrado não só por investidores com vários anos de experiência no mercado cambial, como também por um profissional com mais de uma década de experiência no setor, tendo lidado com uma grande variedade de diferentes mercados e produtos financeiros. E claro que, para além de tudo isto, toda a equipa tem também um grande gosto pela formação de novos investidores.

Um dos serviços oferecidos é um plano de educação e apoio a investidores de retalho, disponível através de uma módica subscrição mensal. O conteúdo disponibilizado é aplicável principalmente ao mercado cambial, mas permite estabelecer bases intelectuais transponíveis para a análise de outros mercados financeiros. Os clientes são expostos não só à estratégia de análise técnica e de investimento utilizada pelos profissionais da Wevesting, como também têm acesso a um artigo diário de análise fundamental (interpretação de notícias económicas e financeiras em termos de efeitos no mercado) – duas competências essenciais para qualquer investidor.

Por outro lado, a Wevesting também auxilia novos investidores com a abertura de conta numa corretora, de forma gratuita – apenas é necessário um depósito inicial, quantia que será depois utilizada para investir no mercado cambial (o depósito mantém-se integralmente na posse do cliente).

Para saber mais, visite o website da Wevesting ou entre diretamente em contacto com a empresa, através do endereço de email geral@wevesting.com.

 

Este conteúdo foi produzido em colaboração com a Wevesting.

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