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Venda do Banco Comercial do Atlântico (BCA) em risco de chumbo pelo banco central de Cabo Verde

A notícia é do jornal local A Nação e dá conta que o Banco de Cabo Verde (BCV) deverá chumbar a venda de 59,81% do capital social do BCA, por parte da Caixa Geral de Depósitos, à Coris Holdings do Burkina Faso, com o argumento que é um país de risco, pela situação política atual, desde que a junta militar assumiu o poder.
22 Novembro 2024, 18h24

A notícia é do jornal local A Nação, e dá conta que o Banco de Cabo Verde (BCV) deverá chumbar a venda de 59,81% do capital social do BCA, por parte da Caixa Geral de Depósitos , à Coris Holdings do Burkina Faso, com o argumento que é um país de risco, tendo em conta a situação política atual do país, desde que a junta militar assumiu o poder.

Contactada, a Caixa ainda não se pronunciou.

Em março, a CGD anunciou a venda da participação maioritária, 59,81% do capital social do BCA, à Coris Holdings, do Burkina Faso. A venda foi acordada por 70,5 milhões de euros.

O jornal cabo-verdiano refere que o Banco de Cabo Verde (BCV) tem até a primeira semana de janeiro de 2025 para tomar uma decisão sobre o processo de compra e venda do Banco Comercial do Atlântico (BCA), negociado e fechado há cerca de 6 meses entre a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e o grupo Coris Holding, do Burkina Faso.

Ainda segundo o mesmo jornal, a ideia de ter o maior banco comercial cabo-verdiano nas mãos de investidores africanos.

No entanto, parece gerar pouco entusiasmo junto de altos responsáveis de Cabo Verde, o que está a gerar pressões para o BCV chumbar a operação, segundo o jornal A Nação.

O mesmo jornal diz que um dos interessados em que o banco central chumbe a venda é o iiB-CV, do Bahrein, que estava na corrida para a compra do BCA.

A alienação do BCA faz parte do plano de reorganização da atividade internacional da CGD, que vai continuar presente em Cabo Verde através do Banco Interatlântico (BI).

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