Ricardo Ferraz, professor no ISEG e na Lusófona, sinalizou à “Lusa” que estes problemas poderão “ter um efeito dissuasor, sobretudo junto de quem privilegia destinos com maior facilidade de circulação e menos tempo de espera à chegada”, mas disse acreditar ser um “problema temporário, dado que se trata de um período de adaptação a um novo sistema”.