Os números reforçam a ideia de que a Fed terá mesmo de subir taxas já em setembro, sobretudo quando combinados com a revisão dos dados de julho, que passam assim de uma diminuição de 23 mil postos para a criação de 21 mil.
Seis meses depois, uma das principais conclusões para os investidores é, contudo, surpreendente: o impacto sobre a economia mundial foi significativo, mas bastante inferior ao que os mercados inicialmente temeram. Leia aqui a análise da corretora XTB.
As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para a Galp Energia que cai 1,33% para os 20,72 euros, seguida pelo Banco Comercial Português (BCP) que quebra 0,61% para os 1,14 euros, e a NOS desce 0,40% para os 4,93 euros.
A expetativa era enorme para a apresentação do cybercab (o robotáxi da Tesla) tendo em conta que estavam contabilizadas dois milhões de visualizações na rede social X (antigo Twitter) para o evento. Mas tal não veio a acontecer. Pelo menos para o público. O motivo? O evento afinal era privado. Ações fecharam a subir 5,4% no fecho da sessão de quinta-feira 3 de setembro mas caem 1,6% em pré-mercado esta sexta-feira 4 de setembro.
As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para a EDP que desce 0,84% para os 4,59 euros, seguida pela NOS que quebra 0,73% para os 4,92 euros, e o Banco Comercial Português (BCP) desliza 0,57% para os 1,14 euros.
As yields da dívida soberana de longo prazo têm vindo a subir de forma sincronizada nas principais economias desenvolvidas, com os Estados Unidos, o Japão e vários países europeus a registarem níveis não vistos em décadas. Mas os economistas ouvidos pelo Jornal Económico consideram pouco provável que a tendência desemboque numa crise, apontando antes para efeitos mais concentrados no investimento empresarial e nas contas públicas de cada país.