A regulamentação da Inteligência Artificial (IA) feita pela União Europeia (UE) e os seus limites legais foram um dos principais temas em debate no painel ‘Regular a IA na UE… mas qb’. Para Adolfo Mesquita Nunes, “não é possível continuar a dizer que a IA não levanta questões que não merecem regulação”. O partner da Pérez-Llorca defendeu que este regulamento da UE o que faz é regular as utilizações da Inteligência Artificial, sendo que a oportunidade passa por fazer um safe ground de regras para que as empresas possam começar a sua estratégia de IA, tendo noção dos riscos que querem assumir e os riscos que querem evitar.
O diretor da PwC, Roberto Bilro Mendes, que assumiu a necessidade de colocar nos dois pratos da balança aquilo que é a inovação e o que são os direitos fundamentais. “Vamos imaginar que estamos no mar e que o barco são as nossas empresas e o mar são os requisitos legais. Imaginem que está a começar a entrar água por dois ou três buracos no barco, ou seja os requisitos já são muitos e é difícil lidar com eles e que o dono do barco só tem um balde pequeno para tirar a água, e começamos a imaginar que no horizonte vem um tsunami”, exemplificou.
Por outro lado, o diretor da consultora realçou que havendo ainda muita coisa para aprimorar esta é “provavelmente a melhor peça regulatória da União Europeia dos últimos anos”, sublinhando que o regulamento “é feliz” porque vai olhando para o risco e regulando ou desregulando conforme o risco.
Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor
Tagus Park – Edifício Tecnologia 4.1
Avenida Professor Doutor Cavaco Silva, nº 71 a 74
2740-122 – Porto Salvo, Portugal
online@medianove.com