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Alkantara 25: gerar sentido através dos sentidos

A dança e a música contemporânea enquanto força agregadora para explorar realidades geográficas distintas, mas unidas na escuta coletiva, nas feridas universais e vontades plurais. Imaginar e resistir é o mote.
UMUKO, Direction artistique Dorothee Munyaneza, Musique Impakanizi, Jean Patient Nkubana et Michael Makembe, Lumiere Camille Duchemin, Costumes Stephanie Coudert, Coiffe Muhawenimana Maximilien et Mizero Cedric, Chaillot Théâtre National de la Danse le 14 mai 2024. Avec : Yvette Niyomufasha, Jean Patient Nkubana, Impakanizi, Abdoul Mujyambere et Michael Makembe  (photo by Patrick Berger)
15 Novembro 2025, 14h00

“Acreditamos que são precisas várias vozes para construirmos uma visão do mundo que compreenda a complexidade da realidade à nossa volta. É preciso ouvir essa pluralidade de vozes, uma e outra vez, para que consigamos imaginar em conjunto novas realidades”, O statement é de Carla Nobre Sousa, codiretora artística do Alkantara Festival, que se dissemina pela cidade de Lisboa de 14 a 23 de novembro.
Overbo disseminar é para levar a sério, pois são muitos os palcos: Culturgest, Teatro do Bairro Alto (TBA), Centro Cultural de Belém (CCB), CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian, Sala Valentim de Barros nos Jardins do Bombarda (em parceria com o Teatro Nacional D. Maria II), e ainda as Galerias Municipais de Lisboa, a ZDB 8 Marvila, o Espaço Alkantara e as Carpintarias de São Lázaro.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o conteúdo completo. Edição do Jornal Económico de 14 de novembro.


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