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Um clássico da literatura que não envelhece

“O Profeta”, de Khalil Gibran, obra universal sobre amor, amizade, dor, morte, liberdade… temas centrais à condição humana, encontra na sua primeira versão gráfica o traço íntimo de Zeina Abirached. Conversa com a autora libanesa na sua passagem por Lisboa.
15 Novembro 2025, 16h00

As memórias são aquilo que fazem de nós quem somos. Zeina Abirached nasceu numa cidade dividida por uma linha, onde cresciam ervas, lado a lado com minas prontas a explodir. Lembra-se do desespero que era fazer uma chamada. Longas horas de angústia até ouvir o som que indicava “haver linha”. Lembra-se que, para tomar duche, era preciso ir à fonte buscar água. Lembra-se de ter passado a noite na escola – uma escola jesuíta – por ser demasiado perigoso ir para casa. Os bombardeamentos sucediam-se enquanto as crianças, assustadas, comiam bombons dentro do saco-cama.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o conteúdo completo. Edição do Jornal Económico de 14 de novembro.


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