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Marcelo: “Próximo Presidente terá tarefa muito mais difícil”

Para Marcelo, em declarações à RTP, o presidente eleito este domingo “terá uma tarefa muito mais difícil que foi a minha” mas acredita que “quanto maior for a participação, maior é a força àquele que for eleito Presidente”.
Marcelo Rebelo de Sousa
8 Fevereiro 2026, 14h14

O Presidente da República em exercício, Marcelo Rebelo de Sousa, destacou este domingo a alta afluência às urnas mas deixou o aviso ao próximo inquilino de Belém: próximo chefe de Estado terá uma tarefa muito mais difícil do que aquele que foi o seu exercício.

Dez anos e dois mandatos depois, Marcelo Rebelo de Sousa vai deixar Belém dentro de cerca de um mês. Questionado sobre se está já com saudade foi direto: “São ainda 27 dias, mas ainda há coisas para fazer”.

“Este voto de hoje é muito importante porque a democracia é a renovação das pessoas. Estamos a viver um momento difícil e nessas ocasiões, os portugueses não falham”, começou por destacar Marcelo Rebelo de Sousa em declarações à RTP efetuadas na freguesia de Molares, em Celorico de Basto (distrito de Braga).

Para Marcelo, o presidente eleito este domingo “terá uma tarefa muito mais difícil que foi a minha” mas acredita que “quanto maior for a participação, maior é a força àquele que for eleito Presidente”.

A afluência às urnas na segunda volta das eleições presidenciais situava-se, até às 12:00 de hoje, nos 22,35%, segundo dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, acima do que se registou na primeira volta.

Na primeira volta, em 18 de janeiro, à mesma hora, a afluência foi de 21,18%, o que se traduz numa subida de 1,17 pontos percentuais. A taxa de abstenção atingiu os 47,6%.

Nas eleições presidenciais de 2021, em ano de pandemia, a afluência às urnas às 12:00 situou-se nos 17,07% e em 2016 era de 15,82%.

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