Jaime Rocha, partner de international tax and transaction services da EY defende que a descida do IRC acaba por “simbólica, mas importante”, enquanto Bruna Melo destaca o “choque fiscal” do programa ‘Construir Portugal”, nomeadamente o IVA a 6%. “Era a medida mais reclamada e aquela que pode ter um impacto mais significativo no setor”, afirma na conferência do JE e da EY.