“Depois de 20 anos, depois de oito primeiras pedras, foi finalmente, por este Governo, hoje, aprovada a construção do Hospital Central do Algarve”, afirmou o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, na conferência de imprensa do Conselho de Ministros, em Lisboa.
No âmbito desta parceria, todas as análises laboratoriais necessárias aos utilizadores da plataforma Bioniq em Portugal passam a ser realizadas na rede Unilabs. A Bioniq tem vindo a ganhar reconhecimento internacional pela sua abordagem inovadora e por atrair investidores estratégicos como Cristiano Ronaldo e Diogo Dalot.
Numa publicação divulgada na sua conta na rede social Facebook, a comissão de trabalhadores do INEM afirma que “a morte de um cidadão no Seixal, após ter aguardado quase três horas por socorro, é um facto grave e politicamente incontornável”.
Em declarações aos jornalistas, na Assembleia da República, a deputada do PS Mariana Vieira da Silva considerou que “neste momento a existência da senhora ministra da Saúde é pouco relevante”, porque “nunca responde a nenhuma situação de dificuldade”, e por isso pediu respostas “completas e rápidas” ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, realçando a sua decisão de reconduzir a ministra Ana Paula Martins.
Sobre a demissão das chefias da urgência geral, a ULS refere apenas que na noite do 2 para o dia 3 estavam escalados seis médicos, que são distribuídos pelas duas áreas (ambulatório e serviço de observação) “consoante as necessidades”. Sindicatos dizem que para a área de ambulatório, durante horas, esteve apenas um médico, uma “situação completamente inaceitável”.
Urgência geral do Hospital Amadora-Sintra funcionou, durante várias horas na madrugada do dia 3, apenas com um médico escalado para a área ambulatória, “uma situação de extrema gravidade” que levou à demissão da chefe e da subchefe da equipa, denuncia o Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS). Ministra reconhece situação “muito crítica” nos hospitais e não antecipa melhorias nos tempos de espera nas urgências esta semana. ULS Amadora Sintra fala em pressão nas urgências “muito elevada” num hospital que tem uma “crónica falta de camas para internamento”.