Chega deixa em aberto sentido de voto no Orçamento do Estado para 2026 e avisa que tem “linhas vermelhas”, nomeadamente no que toca ao ISP e aos subsídios, sem dizer quais. Na resposta, durante a conferência promovida pelo Jornal Económico e pela EY Portugal, Paulo Núncio atira: “Se cumpríssemos o programa do Chega, teríamos um défice de 15%.”