Embora esteja prevista uma ligeira melhoria das vendas para o estrangeiro em 2026, as importações ainda levam a procura externa para terreno negativo. É o investimento, a reboque dos fundos europeus, que permite pensar em aceleração.
Entre os cortes de taxas do IRS e IRC, a atualização da isenção do IMT Jovem e a aposta na promoção do turismo, conheça as duas mãos-cheias de medidas que vão mexer com os bolsos das famílias e empresas.
Miranda Sarmento indica que o Governo “está agora a avaliar com a Comissão Europeia uma solução para reverter a parte remanescente” dos apoios concedidos.
O ministro das Finanças compromete-se a colocar este indicador em 4,8%, abaixo do que tinha sido inicialmente acordado com a Comissão. “Estamos a conseguir controlar a despesa permanente”, assegura ao Jornal Económico.
A despesa com pessoal e prestações sociais, em que as pensões são a fatia de leão, deve aumentar 11,8% em apenas dois anos. É “imenso” e “torna mais arriscado o exercício orçamental”, avisam os economistas ouvidos pelo Jornal Económico.
FMI acredita que o saldo será nulo no próximo ano. Apesar da revisão em baixa, continua a acompanhar o Governo na ideia de que não haverá défice em 2026. É o único.