Instrumento será gerido pelo Banco Português de Fomento. “No final de 2026 não haverá qualquer montante por aplicar das subvenções que a Comissão Europeia disponibilizou para Portugal, uma vez que todas as verbas que não seja possível executar em algum programa serão aplicadas na inovação empresarial através deste instrumento financeiro para a inovação e competitividade”, garante o ministro da Economia, Manuel Castro Almeida.