A decisão recente de grandes fundos de pensões holandeses de retirarem investimentos da BlackRock, ainda que simbolicamente modesta, revela uma divergência crescente entre a abordagem europeia e a norte‑americana à governação corporativa e ao investimento responsável.
A distinção entre capital paciente e capital ansioso não é apenas uma questão de estilo de investimento ou apetite por risco. É uma tensão estrutural entre horizontes temporais, com implicações diretas na gestão e nos resultados.
Portugal está perante uma oportunidade histórica, graças à escala dos investimentos e ao impulso reformista que vivemos. Mas digitalizar o Estado é mais do que modernizar serviços: é transformar a forma como o país funciona, decide, cresce e se relaciona com os seus cidadãos.
Tudo o que seja unir, dialogar e apontar pistas para a solução dos problemas complexos que atravessam o Mundo de hoje e, certamente, o de amanhã, são sempre de experimentar e com alguma garra, programação e organização, desenvolver.
Para muitas famílias portuguesas, particularmente aquelas que viram os seus salários crescer abaixo da inflação acumulada, a perceção de perda de poder de compra persistirá.