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O que Davos revelou sobre poder, fragmentação e soberania

Davos 2026 não assinalou uma transição, mas uma rutura definitiva. O interregno entre o esgotamento do modelo antigo e a indefinição do novo é agora governado pela frieza das relações de poder.

Inovação sem adjetivos

Durante demasiado tempo a inovação viveu num espaço confortável dentro das grandes organizações, suficientemente próxima do poder para ser notada, mas suficientemente afastada para não o comprometer.

2026, o ano em que a robótica vai deixar de ser uma “coisa dos filmes”

Se a robótica é o corpo, a inteligência artificial é o cérebro. Em 2026, assistimos a uma convergência clara entre IA generativa, visão computacional e robótica autónoma, criando sistemas capazes de tomar decisões complexas e resolver problemas em tempo real.

EDP a resistir a Trump e almoços grátis em Sines. “Veja o rating da semana

A EDP brilhou em Davos e bateu o pé a Trump e ao seu ímpeto contra as renováveis. Em Sines, fica a dúvida: o que vai o Governo fazer face ao negócio Galp/Moeve? Leia o rating da semana.

O bitoque subsidiado

Por que razão os restaurantes são mais importantes do que outros negócios que vão receber zero e também atravessam dificuldades? Qualquer ideia de concorrência justa é sacrificada no altar do populismo económico: o Governo escolhe os vencedores e os perdedores.

Aliados desalinhados

A ligação entre os dois lados do Atlântico assenta na história, mas também nas ideias, e tudo tem de ser repensado quando estas deixam de ser partilhadas.

Em Belém toca o sino da incerteza

Embora não governe, o Presidente da República deverá ser capaz de ajudar a resolver crises internas e externas, ter sentido de Estado e vontade de construir pontes. Deverá ser fator de consenso e não de desestabilização.

O governo português tem a obrigação de estar ao lado da indústria portuguesa

O governo português tem a obrigação de estar activamente ao lado da mais exportadora e empregadora indústria portuguesa. Se não o fizer, falhará rotundamente no cumprimento das suas obrigações de defesa do interesse nacional.

Síndrome da personagem principal: as lições das presidenciais

Ser democrata não é lamentar a “má escolha” dos outros; é reconhecer que a própria mensagem não foi suficientemente mobilizadora. A democracia exige humildade de quem perde, responsabilidade de quem passa e maturidade de quem vota.
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