Política

“Não me resigno perante um PSD destituído de ambição”. Miguel Pinto Luz formaliza candidatura

Na formalização da candidatura à liderança dos social-democratas, Miguel Pinto Luz defendeu que é tempo de deixar liderar os protagonistas que “gostam do PSD” e rejeitou prestar qualquer tipo de “vassalagem” a outras forças políticas. “Não me conformo ao ver o PSD convalescente e a disputar o campeonato dos pequeninos. Esse não é o meu PSD”, sublinhou.

Trump diz que teve uma reunião “muito boa e cordial” com Powell

Donald Trump diz que “foi tudo discutido, incluindo taxas de juro, taxas negativas, baixa inflação, ‘quantitative easing’, a força do dólar e os seus efeitos na manufatura, comércio com a China, União Europeia e outros” na reunião com o responsável pela política monetária norte-americana.

Governo apresentou queixa no Ministério Público contra 21 pedreiras em incumprimento

O ministro do Ambiente e da Ação Climática anunciou esta segunda-feira que 21 pedreiras, de um universo de 185, estão em incumprimento por falta de vedações, exigidas pelo levantamento do Governo, tendo sido apresentada queixa ao Ministério Público.

Reino Unido já está a pagar a conta e o Brexit ainda nem aconteceu

O plano de saída de Boris Johnson vai ter um custo superior ao pacto alcançado por Theresa May, que foi chumbado por diversas vezes no Parlamento britânico.

Amnistia Internacional: “Vistos gold só trazem dificuldades para a classe média e baixa no acesso à habitação”

O acesso à habitação é, aos olhos da AI, um dos maiores desafios de direitos humanos em Portugal, “não só para as pessoas mais pobres, mas também para uma certa classe média e trabalhadora”, afirma Pedro A. Neto, diretor-geral da Amnistia em Portugal, em entrevista com o Jornal Económico. Preços “incontornáveis” são impulsionados pelo aumento dos ‘vistos gold’.

Portugal recebeu 2.144 refugiados em quatro anos mas 50% terá já abandonado o país

Sob o esquema de recolocação da União Europeia, cerca de 1.550 refugiados deram entrada no país. Apesar dos movimentos secundários serem hoje “muito menos significativos”, cerca 50% dos refugiados abandonaram o país. “Recebemos muitos médicos e engenheiros mas não foram aproveitados. Foram trabalhar em limpezas ou na construção civil”, afirma a Amnistia Internacional.
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