“Há aqueles que querem provocar uma crise política […] e ao PS se deve a estabilidade política e agora querem de novo ir para uma crise política com uma moção de censura. Aquilo que garantimos aos portugueses é que não é pelo PS que haverá crise política e não será pelo PS que o país será lançado no caos político numa altura tão especial da vida mundial”, disse José Luís Carneiro.
“Esta decisão confirma a importância da estabilidade, da previsibilidade e da responsabilidade na condução do país”, considera o Presidente da República, defendendo ainda que “será seguramente uma das notícias económicas mais relevantes” do ano.
O tribunal decidiu também absolver o antigo vice-presidente Patrocínio Azevedo, e a, à data, secretária da presidência, que estavam acusados, em coautoria, de peculato e falsificação de documentos.
Questionado pela agência Lusa após a cerimónia de tomada de posse da presidente e dos desembargadores do Tribunal da Relação de Évora (TRE), o PGR limitou-se a adiantar que este inquérito “está com urgência, processado com urgência”.
Esta data não era uma das duas propostas pelo presidente do Parlamento, no despacho que enviou na quinta-feira aos partidos, no qual Aguiar-Branco sugeria que os líderes parlamentares decidissem entre 10 e 17 de setembro.