[weglot_switcher]

Política

Ventura diz que não quer apoio do primeiro-ministro

“Quando outros escolhem andar a pedinchar ao primeiro-ministro [o seu apoio], eu quero dizer ao primeiro-ministro que nós não o queremos, nós queremos o povo comum nesta campanha. Queremos os homens e mulheres de trabalho deste país”, afirmou o também presidente do Chega, no final de uma arruada na rua de Santa Catarina, no Porto.

Câmara de Lisboa aprova proibição da venda de bebidas alcoólicas para consumo no exterior

Em reunião privada do executivo camarário, a proposta de “estabelecer um regime de horário específico para venda de bebidas para consumo no exterior dos estabelecimentos, para a totalidade da cidade”, foi viabilizada com os votos a favor da liderança PSD/CDS-PP/IL, PS e Chega, a abstenção de PCP e Livre, e o voto contra do BE, informou à Lusa fonte oficial do município.

Mendes quer estabilidade para “aumentar salários e pensões” e “baixar impostos”

“Quero ser o Presidente que vai defender a estabilidade para Portugal, a estabilidade que permite aumentar salários, aumentar pensões e baixar os impostos. É a estabilidade a favor das pessoas, sobretudo do povo, que passa mais dificuldades”, afirmou.

Seguro recusa manipulações e estigmatizar territórios sobre segurança

“Eu conheço o nosso país e sei que em algumas zonas há esses problemas de insegurança. Eu não vou estigmatizar nenhum território. Não contem comigo para isso”, respondeu hoje aos jornalistas, durante uma arruada na Amadora (distrito de Lisboa).

António Filipe recusa comentar “correspondência alheia”

“A carta não me é dirigida e eu acho que nós não devemos violar a correspondência alheia. E, portanto, não vou responder a uma carta que não foi dirigida a mim”, afirmou o candidato apoiado pelo PCP e PEV, depois de desafiado a comentar a carta que Cotrim endereçou hoje a Luís Montenegro para que recomende ao PSD o voto na sua candidatura para evitar que André Ventura ou António José Seguro cheguem à Presidência da República.
catarina_martins_oe_2020

Catarina Martins avisa que “sondagens não são votos” e reforça apelo ao voto por convicção

“As sondagens não são votos. As pessoas vão votar e nós estamos a disputar a primeira volta das presidenciais. A força das ideias da primeira volta vai garantir as soluções de democracia também na segunda volta”, afirmou.
Copyright © Jornal Económico. Todos os direitos reservados.