“A investigação forense digital, nas empresas”

A sua empresa está a ser alvo de espionagem industrial? Tem indícios de conluio com fornecedores ou aquisições fraudulentas? Uma investigação forense independente pode dar resposta a estas questões. A contínua e crescente pressão que qualquer empresa enfrente nos dias de hoje é algo que se faz sentir na sua estratégia, nos seus objetivos e […]

A sua empresa está a ser alvo de espionagem industrial? Tem indícios de conluio com fornecedores ou aquisições fraudulentas?

Uma investigação forense independente pode dar resposta a estas questões.

A contínua e crescente pressão que qualquer empresa enfrente nos dias de hoje é algo que se faz sentir na sua estratégia, nos seus objetivos e nas suas pessoas. Este drive na prossecução de melhores resultados, empresariais ou individuais, poderá levar os colaboradores a zonas cinzentas, podendo ultrapassa-las e levar a comportamentos antiéticos. Situações como espionagem industrial, favorecimento próprio, conluio com fornecedor ou aquisições fraudulentas afiguram-se como as mais comuns. Este tipo de ações são sem dúvida um risco para o colaborador mas também para a empresa e o seu legado.

Detetados indícios, ou suspeitas, de ações antiéticas as empresas devem iniciar esforços para apurar a veracidade dos factos, para sua salvaguarda. Este apuramento dos factos pode ser realizado por intermédio de uma investigação forense independente cujo objetivo, além de apurar os factos, pretende identificar todos os intervenientes bem como medir o impacto das ações detetadas na esfera da empresa.

A dispersão da informação entre computador, telemóvel, redes sociais, email, etc. vem apresentar-se como o maior desafio da investigação forense digital. Adicionalmente, tendo acesso a toda esta informação durante a investigação é importante garantir que apenas são analisados os dados relevantes, evitando o acesso a dados privados.

Para isso é importante o uso de tecnologia robusta e testada que permita capturar dados das várias fontes de informação (de emails, a mensagens de telemóvel ou ficheiros previamente apagados) e analisar terabytes de dados de forma eficiente e atempada. A metodologia seguida durante a investigação deverá empregar processos de custódia de evidência, para preservar a integridade da informação, bem como pesquisas “cegas” assentes em listas de palavras-chave que permitem aceder e analisar apenas os documentos relevantes garantindo a salvaguarda da informação privada.

Concluída a investigação, os procedimentos e factos são detalhados num documento que pode ser usado como prova pericial em sede judicial. Dada a natureza das investigações é imperativo que a entidade que efetua a investigação trabalhe em estriga ligação com os escritórios de advogados numa abordagem conjunta e colaborativa.

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