Acordo no Conselho Europeu manteve bolsas europeias no ‘verde’. Lisboa não foi exceção

A Galp Energia foi o título que mais valorizou na sessão desta terça-feira com uma valorização de 2,76% para para 10,62 euros, apesar das recentes estimativas de analistas que prevêem que a Galp Energia poderá apresentar prejuízos de 59 milhões no segundo trimestre do ano.

A praça de Lisboa encerrou a sessão desta terça-feira com ganhos ligeiros, impulsionada pela valorização das ações da Mota-Engil e da EDP. Assim, o PSI 20 terminou a sessão a valorizar 0,27% para 5.545,81 pontos.

A Galp Energia foi o título que mais valorizou na sessão desta terça-feira com uma valorização de 2,76% para para 10,62 euros, apesar das recentes estimativas de analistas que prevêem que a Galp Energia poderá apresentar prejuízos de 59 milhões no segundo trimestre do ano. Também a valorizar estiveram os títulos da Corticeira Amorim (2,15% para 9,96 euros) e da Novabase com uma variação positiva de 1,90% para 3,22 euros.

A liderar as perdas esteve a Pharol que registou o maior tombo, desvalorizando de 2,84%, para 0,1096 euros e a Jerónimo Martins que registou uma perda de 1,04% para 14,80 euros.

O BCP também se manteve no vermelho com uma quebra de 0,73% para 0,1091 euros por ação. Já a EDP Renováveis caiu 0,42% para 14,18 euros.

Animadas com a aprovação do Fundo de Recuperação, surgem as bolsas europeias que encerraram a sessão em terreno positivo. O EuroStx 500 valorizou de o,50% para 3.405 pontos enquanto que a britânica Ftse 100 subiu 0,13% para 6.270 pontos. Na Alemanha, o DAX valorizou 0,96% para 13,172 e por fim a CAC40 e IBEX 35 ambas a valorizarem 22% para 5.104 pontos e 7.495 pontos respetivamente.

“As praças europeias perderam algum fulgor ao longo da tarde, mas a maioria acabou por encerrar em alta. O acordo dos líderes europeus para a criação de um pacote de estímulo económico e a reação positiva a números apresentados por Continental (+3,5%), Stora Enso (+3,5%) e UBS (+3,1%) acabaram por ser catalisadores. À hora de fecho europeu em Wall Street os principais índices dividiam-se entre as quedas do Nasdaq e os ganhos de Dow Jones e S&P 500”, escreve o analista de Mercados Ramiro Loureiro.

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