PremiumAnacom não deve conseguir atribuir as licenças 5G no primeiro trimestre

Anacom esperava que o leilão de frequências ficasse concluído em janeiro, mas a corrida pelas novas faixas ainda está em curso. Regulador previa concluir a atribuição das licenças até ao final de março.

A Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) não deverá conseguir atribuir as licenças das faixas da quinta geração da rede móvel (5G) até ao final deste mês de março, mesmo que o leilão do 5G terminasse hoje.

O leilão, que ainda não terminou, já superou em muito a duração prevista pelo regulador e, tendo em conta os trâmites necessários para a atribuição dos direitos de utilização das faixas, as licenças só deverão chegar mesmo às mãos dos operadores, durante o segundo trimestre do ano.

O Jornal Económico contactou a Anacom para esclarecer a previsão do regulador e perceber se a longa duração do leilão coloca em causa o calendário para o 5G, mas, até à ao fecho desta edição, não foi possível obter respostas.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

Novo Banco: Avaliadores não veem razões para mudanças de valores de imóveis em seis meses

O responsável, ouvido esta quinta-feira na audição do presidente da ANAI Ramiro Teixeira Gomes na Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar às perdas registadas pelo Novo Banco e imputadas ao Fundo de Resolução, referia-se a “perdas de imparidades de uma instituição financeira, neste caso o Novo Banco, por via de ativos” imobiliários.

Cavaco lamenta “interpretações abusivas” acerca de declarações sobre BES

O antigo Presidente da República classificou de “intuitos pouco honestos” as declarações de quem fez “interpretações abusivas” das suas palavras sobre o BES antes da resolução, “chegando ao ponto de afirmar” que “tinha incentivado as aplicações em instrumentos financeiros do BES ou do respetivo grupo não financeiro”.

Sines vai arrancar com Data Centre Campus, um investimento que pode chegar a 3,5 mil milhões

A cerimónia de apresentação do projeto, que pode criar até 1.200 empregos qualificados e é da responsabilidade da empresa star campus, será encerrada pelo primeiro-ministro, António Costa.
Comentários