No próximo domingo, a Argentina realiza as eleições gerais de meio do mandato presidencial – uma cópia do sistema norte-americano – que repentinamente se transformaram num momento fortemente dramatizado depois de o presidente Javier Milei ter anunciado que o país precisa de um empréstimo internacional de 20 mil milhões de dólares. A administração Trump prontificou-se a prestar auxílio, mas o conjunto de bancos privados chamados a avançar para a Argentina – onde se encontram o JPMorgan, o Bank of America e o Goldman Sachs, entre outros – decidiu que só o faria mediante colaterais ou com garantia assinada pelo próprio governo federal norte-americano.
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