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Associação Mutualista Montepio elege hoje novos Órgãos Associativos para o quadriénio 2026-2029

O Montepio Associação Mutualista informa que termina hoje, 19 de dezembro, o período de votação para a eleição dos seus Órgãos Associativos (Mesa da Assembleia Geral, Conselho de Administração, Conselho Fiscal e Assembleia de Representantes) para o mandato 2026-2029. A Mutualista anunciou ainda que recebeu certificações internacionais que reforçam compromisso “com ética, transparência e conformidade”. 
19 Dezembro 2025, 17h35

O Montepio Associação Mutualista informa que termina hoje, 19 de dezembro, o período de votação para a eleição dos seus Órgãos Associativos (Mesa da Assembleia Geral, Conselho de Administração, Conselho Fiscal e Assembleia de Representantes) para o mandato 2026-2029.

“Os associados com direito a voto podem exercer o seu direito de voto até às 18h00 de hoje, 19 de dezembro de 2025. O apuramento dos resultados será comunicado também hoje, às 21h00, na sede do Montepio Associação Mutualista”, anuncia a associação liderada por Virgílio Lima.

Montepio Associação Mutualista certificada pela AENOR

Também  em comunicado enviado esta sexta-feira, a Mutualista revela que “acaba de obter duas importantes certificações – Norma ISO 37001 – Sistema de Gestão Anti-suborno e Norma ISO 37301 – Sistema de Gestão de Compliance -, que comprovam o alinhamento da nossa atividade com as melhores práticas internacionais de gestão”. As certificações foram atribuídas pela AENOR (Associação Espanhola de Normalização e Certificação), uma entidade global líder em serviços de certificação, inspeção, ensaios e formação.

“As certificações ISO 37301 e ISO 37001 constituem um marco na trajetória do Montepio Associação Mutualista, reforçando o compromisso da Instituição em operar com responsabilidade e em garantir práticas orientadas por princípios éticos e de integridade, a par da maturidade dos seus sistemas de gestão”, explica a instituição.

“Especialmente focadas na prevenção, deteção e combate à corrupção e no reforço do governo interno, conformidade legal, regulatória e ética, estas certificações, atribuídas pela AENOR, empresa de certificação de sistemas de gestão que é membro fundador da IQNet, a maior rede de certificação de sistemas de gestão do mundo, constituem prova do nosso compromisso com uma atuação íntegra, transparente e responsável junto dos associados e demais stakeholders”, acrescenta a associação.

Rui Heitor, Administrador do Montepio Associação Mutualista, diz que “ao integrar estes padrões no seu modelo de gestão, o Montepio Associação Mutualista robustece o seu papel enquanto entidade de referência, com processos mais resilientes, preventivos e alinhados com as melhores práticas globais”

Rui Heitor sublinha que “este é um passo determinante para a confiança dos associados e da sociedade em geral”.

A cerimónia de entrega das certificações contou com a presença do Presidente do Grupo Montepio, Virgílio Boavista Lima, que destacou a relevância destas conquistas para uma instituição que assenta a sua missão na relação de confiança com as famílias portuguesas.

“A Associação é uma organização centenária, que vive da confiança depositada por centenas de milhares de pessoas. Sabemos que, ao longo de uma trajetória tão longa, podem surgir períodos que não desejamos. Por isso, as certificações em conformidade e anticorrupção assumem uma importância muito particular: representam responsabilidade, credibilidade e respeito pelo esforço de tantas famílias que aqui confiam as suas poupanças”, disse Virgílio Lima.

Também Lina Sá Pinto, diretora da AENOR Portugal, destacou o empenho da Associação no cumprimento de normas tão exigentes: “Estas certificações são voluntárias – só as procura quem verdadeiramente quer assegurar boas práticas e elevar os padrões de gestão. O Montepio Associação Mutualista demonstra preocupação genuína com temas sensíveis, como a ética e o compliance, evidenciando uma administração comprometida com o bem-fazer e a transparência.”

A responsável acrescentou ainda que o trabalho desenvolvido pela equipa da Associação “já refletia uma cultura de integridade consolidada”, tendo sido necessário, sobretudo, consolidar e formalizar práticas que estavam amplamente instauradas.

 


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