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Dois mil e vinte seis. E não é uma novela

O grande cineasta húngaro Bela Tarr morreu há dias e parece prenúncio desta aceleração algo apocalíptica de tudo o que é pior, que está a acontecer quando dobramos o quarto de século e entramos no seu miolo como num abismo.

A democracia nas universidades

Uma viragem democrática das instituições de ensino superior exigiria que o novo RJIES, revisto, contemplasse a eleição directa destes quatro níveis de direcção: os cursos, as subunidades orgânicas, as unidades orgânicas e as instituições de ensino superior. Infelizmente, nenhuma das propostas que, na AR, descem à discussão na especialidade, leva este princípio por inteiro. E não o levar por inteiro é menorizar o princípio da gestão democrática das instituições de ensino superior público.

Não se ama Portugal a odiar e a mentir

Não se ama Portugal a odiar e a mentir. Isto devia importar a quem pensa votar Ventura ou já votou nele. A mentira pede outra mentira, o ódio outro ódio.

A negação do solo

Não faltam iniciativas a chamar a atenção para o gigante problema que estes projectos de mega centrais representam. Ainda se vai a tempo de fazer diferente. Em nome de uma transição energética digna do que diz ser.

O neoliberalismo. Pela crítica radical a um radicalismo

Se a social-democracia procurava aliar crescimento e desigualdade, o neoliberalismo largou o lastro e fez a escolha de se descomprometer com a contenção da desigualdade em favor do crescimento.

Resultados eleitorais: boas e más notícias

O amargo que fica de o Chega conseguir mais um lugar com apenas mais 11 votos dói-nos a todos, mas deve doer sobretudo à CDU, que deve sentir-se responsável politicamente pelo estado em que fica a governação de Lisboa.
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