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E se deixássemos a política fora do mercado?

A redundância ideológica não é amiga do pluralismo. Não é que faltem partidos políticos, mas falta-lhes o empenho na inventividade da alternativa, inovação de ideias e práticas que justifiquem o entendimento.

E se deixássemos a política fora do mercado?

A redundância ideológica não é amiga do pluralismo. Não é que faltem partidos políticos, mas falta-lhes o empenho na inventividade da alternativa, inovação de ideias e práticas que justifiquem o entendimento.

A revolução relacional com a matéria

O conhecimento como o concebemos ao longo da história ocidental tolera pouco limites, mistério, movimentos e ritmos que lhe permaneçam opacos. Ou elimina-os ou subjuga-os. E nisto passa uma questão profundamente política.

Uma questão de confiança

A importância de trazer as Humanidades para o centro da comunidade é ganhar a democracia, um regime em que prossigamos sujeitos morais que se perguntam sobre como vamos viver juntos, como nos vamos entender com o mundo.

Elogio do irreversível

Uma vida vive-se tornando-se mais irreversível, ganhando mortalidade, tornando-se um acontecimento único e singular. Mas como irreversibilidade criada e escolhida e não como fatalidade. A irreversibilidade deve resultar da própria ordem do viver.

Geração Covid

Ocultar intergeracionalmente a desigualdade intrageracional dos que nos seguem é o pior que podemos fazer. A geração Covid merece-nos uma vaga de reciprocidade, solidária, no sentido exacto de uma interdependência que nos segura a todos.
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