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Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo

É certo que as humanidades vivem, desde há muito, uma crise, mas, ironicamente, é com um pouco da medida das ciências que facilmente se constata que a causa da sua crise tem pouco ou nada de geracional. Na verdade, as novas gerações estão a dar o corpo e o espírito às mais extraordinárias transições culturais, apesar dos riscos existenciais que as gerações mais velhas as têm exposto.

Hiperplutocracia global

A vitória eleitoral da hiperplutocracia nos EUA choca. É nela que Trump, Musk se mostram do mesmo lado que Putin e os seus, apesar de todas as diferenças que os separam.

A desproporção da fuga

A empatia selectiva da ministra choca. Fala da “nossa” polícia, sim é a nossa polícia, tem mesmo de ser a nossa polícia, mas tem de ser a polícia da Cova da Moura também para ser a nossa polícia.

Crianças de Gaza

O que as crianças assassinadas na faixa de Gaza merecem, o que a sua memória merece, é que Benjamin Netanyahu e seus ministros da guerra sejam levados à justiça internacional, para enfrentar as acusações de genocídio e de crimes de guerra que lhes são feitas.

7 de Outubro

Tolera-se Israel pôr-se neste lugar da excepção, acima de qualquer proporção ou justificação. E nada temos podido contra isto. Esta máxima impotência que vivemos diariamente é a demonstração inapelável do poder de violência pura que Benjamin Netanyahu reivindicou depois de 7 de Outubro.

Os Paralímpicos, depois dos Olímpicos

Mais do que os Jogos Olímpicos foram estes Paralímpicos que Paris soube fazer prevalecer como um grande acontecimento desportivo. De facto, os paralímpicos deixaram, em Paris, de ser um evento simbólico, à sombra dos Olímpicos.
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