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A mania do para sempre

O “para sempre” bom nunca é o que deixamos no mundo, mas o que o mundo deixa em nós.

O “+” do LGBTQI+

Este “+” é uma escolha muito feliz. Uma solução inclusiva que continua e até guarda a história do movimento num lastro de letras vividas.

Férias e mercadinhos

As férias servem para abrir espaço entre nós e as exigências do real. Nesse intervalo pensamos na vida, propiciam-se balanços suaves, que se fazem sentindo e não por cálculo.

IA: a mais narcísica das feridas narcísicas

Não é pouco razoável esperar que, com esta grande viragem, possamos falar de cocriação não humana de conhecimento, sem que fique dada à partida a que parte cabe o papel criador principal.

Quatro D pelo hino nacional: debater, descolonizar, desracializar, democratizar

O Abril que falta cumprir não tem no hino uma letra à altura. O elogio à gesta imperial é uma legitimação das consequências do colonialismo donde emana as bases do racismo estrutural que ainda permeia as relações na nossa sociedade.

As florestas que escutamos

Há uma lição da floresta para todos os lugares que habitamos. Melhor do que pensar a floresta como um habitar menos que apenas se visita, importaria talvez pensar o habitar como uma visita. Assim, estamos e não afastamos.
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