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A importância da Conferência de Munique

As alianças são efémeras e funcionam apenas quando existe sobreposição de interesses. Desaparecem ou modificam-se sempre que essa sobreposição deixa de existir.

Problemas de cognição

Para provocar aquilo que se designa por Transformação do Conflito é preciso que uns percebam o problema dos outros. Perceber – um exercício básico – não significa concordar. Significa, tão somente, recolher informação para ajudar as partes a resolverem os seus diferendos.

O curto prazo na Síria

A posição ideológica dos novos dirigentes começa a tornar-se evidente. A secularidade síria corre o sério risco de ser coisa do passado, como sugerem os primeiros sinais vindos do Ministério da Educação.

Atos de ignorância e intransigência cognitiva

É angustiante continuar a assistir, passados quase três anos de guerra, à insistência de dirigentes europeus na adesão da Ucrânia à NATO, mesmo diferida no tempo.

Qual o significado do Plano da Vitória de Zelensky?

Ao final de dois anos e meio de guerra, a fórmula do “deem-nos mais armas que nós resolvemos a guerra” está esgotada. Não funcionou no passado e muito menos funcionará no presente.

António Guterres tinha razão, mas não disse tudo

Israel nunca teve intenções de reconhecer um Estado palestiniano e a “comunidade internacional” nunca pressionou Telavive a fazê-lo. Mas ninguém se atreveu a criticá-lo com receio de represálias ou de ser mal visto por Washington.
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