Reconhecer a IA como fator de produção é reconhecer que a economia está a entrar numa nova fase. Exige reavaliar políticas públicas, métricas económicas e modelos de crescimento. E vem redefinir a própria forma como o valor é criado.
O retalho do futuro não será uma escolha entre eficiência e experiência. Será a interseção das duas: uma eficiência invisível que, por sua vez, potencia uma experiência memorável.
O retalho do futuro será cada vez menos transacional e mais relacional, onde a tecnologia serve para ampliar a experiência humana e não para a substituir.
A novação corporativa é um compromisso estratégico, não uma tendência passageira. Exige liderança determinada, foco em resultados e uma cultura organizacional aberta à transformação.
O que pode e deve ser automatizado? O que deve continuar a ser feito por pessoas? Estas questões implicam uma decisão estratégica, que exige visão, liderança e, acima de tudo, talento qualificado.
Existem muitas empresas que ainda tratam os dados como um subproduto das operações, em vez de os verem como um ativo estratégico. Ora, não há IA sem dados.