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A Ásia… aqui tão perto

Dificilmente imaginamos espaços tão distantes como contíguos, mas, na verdade, poderemos ir de Lisboa a Xangai de automóvel. É assim algo estranho a ausência deste continente no imaginário e na esfera pública portuguesa, sobretudo, agora que o dinamismo económico se deslocou para aqueles lados do mundo.

Depois de Sevilha, um novo multilateralismo?

A ausência dos Estados Unidos da maior conferência multilateral de financiadores do desenvolvimento do mundo é reveladora de um estilo de política que reflete o recuo do multilateralismo.

África, Caraíbas e Pacífico, 50 anos depois

Será preciso esperar até 1963 para que seja realizada a Convenção de Yaoundé, em que as negociações já são levadas a cabo por países independentes, mas sempre tuteladas a partir da então CEE e dos seus estados-membros.

África, Caraíbas e Pacífico 50 anos depois

O papel histórico de ligação da UE a estes países torna o seu papel complexo, mas próximo da realidade daqueles países. A reabilitação e aprofundamento das relações entre estes blocos regionais manteria a Europa como ator global. Posicionamento que é cada vez menos claro nos dias de hoje.

A desordem internacional

Há mudanças no ar, uma transformação que pode determinar alterações profundas na Ordem Internacional. Mas existe esperança de que haja coordenação entre os estados e que a transição para um mundo menos globalizado não signifique forçosamente o conflito.

Os cravos floriram

A voracidade dos últimos 25 anos e a entrada num século XXI, que deixou à vista as dores da globalização, não deixam de contribuir para o desencanto atual.
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