Tudo o que seja unir, dialogar e apontar pistas para a solução dos problemas complexos que atravessam o Mundo de hoje e, certamente, o de amanhã, são sempre de experimentar e com alguma garra, programação e organização, desenvolver.
Todos os dirigentes políticos da União Europeia no poder, incluindo o governo português, tiveram um comportamento deplorável de submissão [a Trump], excepção feita a Pedro Sánchez, primeiro-ministro de Espanha, o único capaz de dizer não aos EUA.
Uma vez mais por falta de entendimento na esquerda portuguesa não se soube avançar para um candidato presidencial agregador. As saídas apresentam-se mesmo reduzidas. A aposta na segunda divisão nunca leva, no imediato, a campeão nacional.
O tecido económico alemão é carente em energia. Com os preços vigentes e o modelo energético existente, nada a fazer. A desindustrialização entrou em processo sucessivo, com perdas significativas de emprego a vários níveis.
O “chavão” Energiewende não passou de uma moda perigosa, em profunda falência, mas que “afundou” a União Europeia, em especial, a Alemanha, devido ao seu perfil produtivo específico.
O Ocidente nunca interiorizou o modo de funcionamento integrado da sociedade chinesa (e perdeu). A China não se limita a imitar. Cria novos produtos, investindo em I&D, inovação e tecnologia ao longo da fileira e na criação de clusters completos.