Se uns pendem para o lítio, outros defendem que o futuro do automóvel está na “fuel cell”, com origem no hidrogénio. O nosso país está, parece, a apostar nos dois carrinhos.
Não concordo que a Cultura não deve ser vista pelo ângulo da economia. Deve, no sentido global da Economia “político/pública”, e também ser gerida por princípios de eficiência.
A Alemanha esquece a sua história contemporânea. Esquece que beneficiou de empréstimos em condições francamente favoráveis, no âmbito do plano Marshall, e não só.
A fuga das grandes empresas aos impostos vai uma vez mais ser caucionada. E serão os mesmos a pagar a crise. A UE tem de construir um espaço de pensamento e actuação solidários.
Onde encontrar o financiamento para reconstruir a economia em bases diferentes e em quantos anos? Tudo isto sem contar com a União Europeia, ou contando muito pouco.