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AUTOR

João Barros

jbarros@medianove.com


Alemanha: Índice Ifo cai em dezembro para mínimos de sete meses

A queda do indicador deveu-se exclusivamente à deterioração das expectativas de curto prazo, enquanto a avaliação da situação atual alemã manteve-se inalterada.

1.600 euros de salário mínimo? “A correr bem”, só lá para o ano 2039, diz João Leão

Atingir o salário mínimo nacional de 1.600 euros é “inexequível” nesta legislatura, mas é possível que tal aconteça cerca de uma década depois, ou seja, lá para 2039, calcula o professor de Economia e ex-ministro das Finanças João Leão. O exercício é “muito especulativo” e depende de muitas variáveis, desde logo do comportamento da economia e da existência, ou não, de crises significativas pelo caminho. Miranda Sarmento afirma que os 1.600 não são uma promessa mas sim uma ambição. Ministra do Trabalho defende que o novo pacote laboral proposto pelo Governo é uma das formas de atingir esse objetivo, que vai além da própria meta definida pelo Governo para a legislatura – os 1.100 euros. Salário mínimo nacional sobe para os 920 euros em 2026.

Analistas veem cobre a continuar a subir em 2026 e bater novos recordes

A antecipação de encomendas pelos importadores norte-americanos, que temem nova onda de tarifas, está a tornar o mercado global mais rígido e a levantar preocupações no resto do mundo quanto a possíveis novos disparos da cotação do cobre, que já bateu recordes sucessivos este ano.

Cada vez mais pensionistas por velhice continuam a trabalhar após a reforma

Os pensionistas que optam por continuar a trabalhar após a entrada na reforma conseguem, em média, rendimentos globais 57,8% superiores aos aposentados que deixam a vida profissional na totalidade, o que sugere que as políticas de prolongamento da vida ativa têm tido algum êxito.

Fed dividida corta taxas e sinaliza fasquia mais alta para descidas futuras

Com três dissidentes, algo inédito desde 2019, a Fed optou por voltar a descer taxas, mas colocou alta a fasquia para mais cortes, dadas as ameaças ao emprego e à inflação a 2%. Revisão de projeções também espelha divisões internas.

Deve “a economia do ano” alterar as leis do trabalho?

Portugal foi distinguido pela ‘The Economist’ como a economia do ano, mas tal não afastou o Governo de avançar com reforma laboral. Fica a questão: será este o timing certo para as alterações?
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