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O apagar das luzes em Havana: o xeque‑mate de 2026

A história ensina a não subestimar a resiliência do sistema cubano. Mas a física demonstra que nenhum Estado moderno é funcional sem energia.

O Sultão do caos: o expansionismo turco e a hipocrisia geopolítica

O atual projeto de poder de Recep Tayyip Erdoğan recusa a condição de potência regional para se afirmar como um exercício revisionista neo‑otomano.

Geopolítica da dissimulação: Davos e o triunfo do desplante

Trump vai fazendo avançar a sua agenda através da contundência e do absurdo. É uma forma de atuação por vezes balbuciante, por vezes agressiva, mas eficaz em desorientar quem ainda procura pontes num tabuleiro que ele próprio se esforça por desorganizar.

O cerco e a reação: o fim das ilusões e o despertar geopolítico do continente

A urgência no acordo com o Mercosul e o pragmatismo com África mostram que a Europa percebeu que não pode limitar-se ao papel de árbitro moral. Tem de ser um jogador assertivo e consequente.

O nó de Teerão ou a geopolítica da exaustão

A sobrevivência de um regime não se mede apenas pela brutalidade da repressão, mas pela relevância dos seus ativos no mercado da influência global.

A soberania do crime: a Venezuela e o narcoautoritarismo

Ao contrário dos cartéis clássicos que operam à margem da lei, a Venezuela evidencia uma etapa superior: setores centrais do aparelho estatal integram e gerem redes ilícitas como parte funcional do regime.
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