A Comissão Europeia deveria dinamizar um ambicioso programa europeu para as indústrias de defesa, estimulando a formação de consórcios entre empresas e universidades europeias.
Mesmo que a Alemanha venha a ter um governo operacional, teremos dificuldades na UE porque não haverá o tradicional motor europeu Alemanha/França, devido ao impasse político francês.
Donald Trump não terá um plano para destruir os aliados dos EUA, mas como líder transacional não se preocupa com eles, antes aborda todos os dossiês tentando fazer ‘deals’.
A reindustrialização europeia deverá ganhar um novo impulso com a eleição de Trump e com a consciência de que é necessário aumentar os nossos gastos de defesa.
O Relatório assinala, e bem, a baixa eficácia e produtividade da I&DT financiada pela Comissão Europeia e por muitos governos nacionais, com uma grande dispersão de programas.
Draghi reconhece a nossa desvantagem em termos de energia em relação aos EUA e China, mas depois propõe mais do mesmo, ou seja, exactamente a política que nos levou a tal.