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Braço de ferro entre bancos centrais e governos

A irresistível vontade dos governos em proteger a economia e as famílias poderá dar lugar a um maior endividamento público, que em alguns países, como Itália e Portugal, se encontram já em níveis bastante perigosos. Acresce que existe uma crise com o custo de vida, pelo que o aumento da pobreza é uma ameaça que deve ter sida em conta em 2023.

De regresso ao futuro em 2023?

Não é de negligenciar a possibilidade de um foco maior em questões sociais, incluindo gestão de capital humano, direitos humanos e diversidade e inclusão, durante o próximo ano. Sem esquecer que a China, provavelmente, estará de volta ao caminho do crescimento.

Combater a pobreza num mundo mais dividido

O empobrecimento não tem sido um exclusivo dos países de maiores dificuldades de afirmação no campo económico internacional. Os relatórios recentes produzidos pela OCDE mostram que a desigualdade de rendimentos aumentou na maioria dos países desenvolvidos nos últimos 30 anos.

Mudar o sector alimentar para atingir metas de carbono zero

Mesmo que todas as emissões nocivas fossem imediatamente interrompidas, as emissões do sistema alimentar global seriam suficientes para elevar o limite de subida da temperatura global em 1,5°C graus.

Um verão de muitos receios

O mundo mudou mais em 2022 do que é a perceção generalizada. Daqui em diante, será mais complexo encontrar pontes para valores comuns para atingir propósitos comuns, como é o caso da descarbonização mundial, ou o caminho para um mundo mais interligado.

Dois aeroportos a sul do Tejo, mas zero mobilidade

Teremos dois aeroportos, mas continuaremos a ter “becos” de mobilidade entre municípios vizinhos, como é o caso do Barreiro e do Seixal, que distam em linha reta menos de 5 km, mas onde não existe qualquer solução de mobilidade pública credível que leve menos de 30 minutos de viagem?
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