Proposta é de 17 milhões de euros por 85% do capital da transportadora aérea que liga os Açores ao exterior. É a única que está em cima da mesa neste processo de privatização.
O ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, defendeu, durante o debate de encerramento do Orçamento para 2026, que Portugal está em “crescimento económico” e com “estabilidade social e política”. O governante abordou também a lei laboral referindo que a proposta do executivo “é realista e orientada” para o futuro.
O Orçamento foi aprovado com os votos favoráveis do PSD e do CDS-PP, partidos que sustentam o Governo, e com a abstenção do PS. Chega, PCP, PAN, Iniciativa Liberal (IL), Bloco de Esquerda (BE), Juntos Pelo Povo (JPP), votaram contra.
O líder do Chega, André Ventura, salientou, durante a sessão de encerramento da proposta orçamental para 2026, que o Orçamento tem uma “lógica perversa, nunca contrariada de tirar a quem produz, para distribuir para clientelas e para quem não faz nada”.
“Este Orçamento não tem credibilidade, o Governo desbaratou os recursos que herdou dos Governos do PS. Este não o Orçamento do PS e não corresponde à nossa visão de desenvolvimento do país, e não responde às necessidades económicas e sociais [do país]. E não apoia famílias e empresas”, defendeu o líder do PS, na sessão de encerramento do Orçamento do Estado para 2026.