Representante dos patrões pede urgência nos apoios — que elogia — porque, “se não chegarem rapidamente”, podem “gerar uma crise forte” nas regiões afetadas pela depressão Kristin. Mas, em entrevista ao Jornal Económico, defende que uma possível reprogramação do PRR também deve ter em conta quem depende das empresas destruídas para executar os fundos europeus.