AEP lançou há dois anos um desafio para que as vendas ao exterior atinjam 60% do PIB em 2030. Mas as perspetivas para 2026, num contexto difícil, deixam o país “mais longe”.
O futuro do ‘shipment’ passa pela inteligência artificial e o líder dos agentes de navegação acredita que há trabalhadores que vão ficar pelo caminho. Sobre as tarifas de Trump, vê efeitos apenas a curto prazo.
A AEP está satisfeita com a descida do IRC, mas gostava que o Governo tivesse sido mais ambicioso. E está expectante sobre outras medidas para mitigar impactos externos.
O contexto que a economia portuguesa tem vivido “é benigno”, mas o Conselho das Finanças Públicas chama a atenção para a situação francesa e para as perturbações nas cadeias de abastecimento.
Ainda não é certo se e quando o Estado vai receber impostos da EDP relativos à venda de barragens à Engie, mas Miranda Sarmento não descarta que possa beneficiar o saldo no próximo ano e decidiu deixar o alerta à oposição.