[weglot_switcher]

AUTOR

Vítor Rodrigues Oliveira

voliveira@medianove.com


Apenas dois países da zona euro esperam maior excedente que Portugal

Os saldos positivos continuam a ser raros entre os países da moeda única, com apenas três governos a anteciparem um excedente no próximo ano. Portugal só fica atrás de Chipre e Irlanda, que têm as metas mais ambiciosas. Na dívida, se tudo correr bem, supera Finlândia. E no crescimento económico, fica em quinto lugar.

Apenas dois países da zona euro esperam maior excedente que Portugal

Os saldos positivos continuam a ser raros entre os países da moeda única, com apenas três governos a anteciparem um excedente no próximo ano. Portugal só fica atrás de Chipre e Irlanda, que têm as metas mais ambiciosas. Na dívida, se tudo correr bem, supera Finlândia. E no crescimento económico, fica em quinto lugar.

Manuela Ferreira Leite defende que investimento público é “o possível”, embora “não o necessário”

A antiga ministra das Finanças defende que houve “10 anos de destruição”, com desinvestimento público, e que podia ter havido alguns exercícios com saldo orçamental negativo, porque, por vezes, os défices são “virtuosos”.

Orçamento é “muito frágil” e “otimista”, avisa Óscar Afonso

O diretor da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP), Óscar Afonso, considera que o Orçamento “foi pensado para o curto prazo” e que a meta de saldo orçamental do Governo para o próximo ano, de 0,1%, é “muito frágil”.
Exclusivo

Comissão Europeia “detetou inconsistências” e Governo alterou despesa líquida

O ministro das Finanças apontou no Orçamento para um crescimento da despesa primária líquida de 5,6%, acima do que combinara inicialmente com Bruxelas, mas a Comissão Europeia não conseguiu replicar as contas de Miranda Sarmento. Nem o Conselho das Finanças Públicas. O Governo, que recebeu alertas dos dois lados, enviou para Bruxelas uma errata esta terça-feira com o novo valor: 4,8%.

CFP diz que excedente não bate certo e peca na transparência

O Conselho das Finanças Públicas avisa que a meta de excedente está alavancada em dividendos e na venda de imóveis. Sem estas receitas extraordinárias haveria défice de 0,3%. Mas o organismo acredita que o saldo será ainda mais negativo — 2.037 milhões (-0,6% do PIB) —, detalhando “fragilidades” e incoerências do Ministério das Finanças.
Copyright © Jornal Económico. Todos os direitos reservados.