As zonas periféricas das principais áreas metropolitanas são cada vez mais os alvos da procura de casa para arrendar casa, tal como demonstra uma análise realizada pelo ‘idealista’ esta quarta-feira, que coloca o Barreiro, Vila Franca de Xira e Amadora, na liderança dos 50 municípios mais procurados para este segmento de habitação, com uma oferta igual ou superior a 35 imóveis no segundo trimestre de 2025.
No caso do Barreiro o valor mensal da renda é de 1.004 euros, verva que sobe para os 1.146 euros em Vila Franca de Xira e 1.200 euros na Amadora. Com valores abaixo dos 600 euros, Covilhã (582 euros) e Bragança (596 euros) são os municípios mais baratos.
Lisboa (65º) e Porto (81º) ficam de fora desta lista de 50 municípios, apesar de serem os municípios com maior oferta decasas para arrendar, contabilizando-se quase 15 mil imóveis na capital e cerca de 10 mil na Invicta neste período.

Lisboa tem das maiores rendas medianas a nível nacional (1.751 euros mensais), enquanto o Porto conta com uma renda mediana de 1.216 euros/mês, superior aopreço das casas para arrendar nos cinco municípios periféricos que surgem no top 50 dos mais procurados: Paredes (968 euros/mês), Penafiel (760 euros/mês), Gondomar (1.005 euros/mês), Maia (1.012 euros/mês) e Valongo (1.026 euros/mês).
A maioria dos 50 municípios com os mercados de arrendamento mais atrativos apresenta preços superiores a 1.000 euros mensais (um total de 29 concelhos). Destes, oito registam mesmo rendas acima de 1.500 euros (Palmela, Albufeira, Lagos, Sintra, Oeiras, Funchal, Faro e Olhão).
Por outro lado, verificam-se 21 municípios com rendas abaixo do patamar dos 1.000 euros e, destes, cinco com rendas medianas iguais ou inferiores a 750 euros mensais: Covilhã, Bragança, Chaves, Castelo Branco e Figueira da Foz.

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