BCE aprova administradores do Banco Santander Totta

“Com esta decisão, a totalidade dos membros propostos para o Conselho de Administração e a respetiva Comissão Executiva entra de imediato em funções plenas”, diz o banco agora liderado por Pedro Castro e Almeida.

Cristina Bernardo

O Banco Central Europeu informou hoje ter concluído o processo de Adequação e Avaliação (Fit and Proper) dos órgãos sociais do Banco Santander Totta para o triénio 2019-2021.

“Com esta decisão, a totalidade dos membros propostos para o Conselho de Administração e a respetiva Comissão Executiva entra de imediato em funções plenas”, diz o banco agora liderado por Pedro Castro e Almeida.

Da comissão executiva fazem parte seis administradores, Pedro Castro Almeida, como presidente, Manuel Preto como vice-presidente (atual administrador financeiro) , Inês Oom de Sousa (administradora desde 2016), Isabel Guerreiro (quadro do Santander Totta desde 2005 e responsável pela estratégia multicanal), Miguel Belo Carvalho (adjunto da administração desde 2013 tendo liderado a integração dos ativos do Banif) e Amílcar Lourenço no banco desde 1994 e tem sido responsável pela área de risco do crédito.

Pedro Castro e Almeida está na comissão executiva do Santander Totta desde 2009 e está no banco desde 1993 com responsabilidades em diversas áreas, tendo sido presidente do Santander Totta Seguros entre 2005 e 2012.

Já António Vieira Monteiro que assumiu a presidência do Santander Totta em 2012, quando Nuno Amado saiu para o BCP, assume a presidência do conselho de administração e fica com o vice-presidentes, José Carlos Sítima administrador executivo do Santander Totta desde 2004.

Manuela Atayde Marques, que vem da Associação Portuguesa de Bancos, integra agora a Comissão de Auditoria do banco. Desta comissão fazem parte cinco membros. A presidir está Ana Isabel Morais e há mais três vogais, além de Manuela Atayde Marques, Manuel Albuquerque, Daniel Traça e Isabel Mota.

O nome de Vieira Monteiro passou no crivo do BCE apesar de ter estado da CGD durante o período abrangido pela auditoria forense à CGD (2000 e 2015). Durante o mandato de Vieira Monteiro o banco registou elevadas perdas com obrigações caravela. O BCE terá considerado no entanto que não era sua responsabilidade as referidas perdas.

 

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