BCP, Jerónimo Martins e Mota-Engil penalizam bolsa de Lisboa

O banco liderado por Miguel Maya perdeu 1,87%, negociando nos 0,21 euros por ação. A retalhista liderada por Pedro Soares dos Santos desvalorizou 1,75%, para 15,15 euros e a construtora cedeu 0,67%, para 2,07 euros.

Cristina Bernardo

A bolsa de Lisboa encerrou a sessão desta quarta-feira em baixa, acompanhado a tendência negativa das congéneres europeias. O PSI-20, principal índice nacional, fechou a desvalorizar 0,19%, recuando para 5.293,74 pontos.

Na Europa, o Eurostoxx 50, índice pan-europeu, perdeu 0,34%. Em Espanha, o Ibex 35 foi o índice que mais caiu entre as principais praças europeias, desvalorizando 1,21%. O Dax alemão recuou 0,40% e o francês CAC 40 cedeu 0,21%. Em Londres, o FTSE 100 foi o índice menos penalizado, caindo 0,19%.

Por cá, a Jerónimo Martins, o BCP e a Mota-Engil lideraram as perdas. O banco liderado por Miguel Maya perdeu 1,87%, negociando nos 0,21 euros por ação. A retalhista liderada por Pedro Soares dos Santos desvalorizou 1,75%, para 15,15 euros e a construtora cedeu 0,67%, para 2,07 euros.

Em contraciclo, a REN liderou os ganhos, subindo 1,28%. A Corticeira Amorim e os CTT valorizaram mais de 1% e a The Navigator subiu 0,96%. A EDP e a EDPR também tiveram uma sessão positiva, com ganhos de 0,81% e 0,59%, respetivamente.

 

Recomendadas

Bolsa de Lisboa em queda com deslize da Galp. Europa encerra em baixa

Os resultados do UBS e o vírus da China que penalizaram o sentimento dos investidores nas bolsas europeias, dizem os analistas. Por cá a Galp foi afetada pela queda do price-target da Morgan Stanley. Já o BCP conseguiu fechar em terreno positivo.

“Mercados em Ação”: Assista ao programa desta semana

Acompanhe o “Mercados em Ação” no site e nas redes sociais do Jornal Económico. E reveja-o através da plataforma multimédia JE TV.

Wall Street em baixa e ressente-se do novo vírus da China

A Comissão Nacional de Saúde da China confirmou que coronavírus é transmissível entre humanos, tendo o vírus chegado aos maiores centros urbanos chineses, incluindo a capital, Pequim, a cidade de Shanghai. A situação está a ter impacto particularmente nos títulos das companhias aéreas e nos operadores de casinos e hóteis norte-americanos. Previsões do Fundo Monetário Internacional sobre o crescimento da economia mundial e nos Estados Unidos também estão a pesar no sentimento dos investidores.
Comentários