BE pede a Centeno que assine autorizações que tem na secretária para o SNS

Catarina Martins destacou ainda que a reposição de salários e pensões “foi possível” devido à “participação de vários partidos que fazem uma maioria no parlamento”.

A coordenadora do BE pediu hoje ao ministro das Finanças para assinar “as autorizações de despesa que tem na secretária para o Serviço Nacional de Saúde”, porque o dinheiro, previsto no orçamento, “está a ser necessário como nunca”.

“Mário Centeno [ministro das Finanças] tem de assinar as autorizações de despesa que tem na secretária e que são investimento preciso no Serviço Nacional de Saúde [SNS]. O INEM [Instituto Nacional de Emergência Médica] precisa de ambulâncias e de 300 profissionais. Há hospitais que aguardam pela assinatura do ministro para terem os profissionais e os meios necessários. Não se compreende que continuem a esperar: está nos orçamentos o investimento necessário e não há cativações”, afirmou Catarina Martins aos jornalistas, à margem de uma visita à feira semanal de Espinho, distrito de Aveiro.

Questionada sobre os elogios do jornal britânico Financial Times à recusa da austeridade por parte do primeiro-ministro António Costa, Catarina Martins destacou que a reposição de salários e pensões “foi possível” devido à “participação de vários partidos que fazem uma maioria no parlamento”, destacando que “esse caminho não chega”, sendo agora necessário o investimento nos serviços públicos, em particular no SNS.

Recomendadas

Biden e Putin: tentar salvar a face, cada um à sua maneira. Veja “A Arte da Guerra”

Acompanhe o programa “A Arte da Guerra” na plataforma multimédia JE TV, através do site e das redes sociais do Jornal Económico.

CNE alerta que é proibido propaganda na véspera e dia de eleições

A comissão avisa que “entende-se por ‘propaganda eleitoral’ toda a atividade que vise direta ou indiretamente promover candidaturas, seja dos candidatos, dos partidos políticos, dos titulares dos seus órgãos ou seus agentes, das coligações, dos grupos de cidadãos proponentes ou de quaisquer outras pessoas, nomeadamente a publicação de textos ou imagens que exprimam ou reproduzam o conteúdo dessa atividade”.

“Lisboa estava em sentada em tanto dinheiro de impostos que nem sabia o que lhe fazer”, realça candidato da IL a Lisboa

Na última edição do programa “Primeira Pessoa, da plataforma multimédia JE TV, Bruno Horta Soares considera que é importante estancar o aumento de trabalhadores na Câmara Municipal de Lisboa e diminuir os “10 a 12 milhões em avenças e os 13 milhões em horas extraordinárias”.
Comentários