Bernie Sanders diz que governo de Israel é racista

O pré-candidato democrata à presidência dos Estados Unidos criticou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, apelidando o seu governo de racista.

O pré-candidato democrata à presidência dos Estados Unidos Bernie Sanders criticou esta segunda-feira o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, apelidando o seu governo de racista.

O objetivo dos Estados Unidos no Oriente Médio deve ser o de unir as pessoas. “Não apenas de apoiar um país, que agora é dirigido por um, ouso dizer, Governo racista de direita”.

Sanders disse em New Hampshire que acreditava que os Estados Unidos deveriam “lidar com o Médio Oriente numa base de igualdade de condições”.

O senador de Vermont sublinhou que “não é anti-Israel”, mas sente que Netanyahu é “um político de direita” que está tratar o povo palestiniano de forma “extremamente injusta”.

Sanders acrescentou, contudo, que é “100% pró-Israel” e que o país tem “todo o direito do mundo para existir em paz e segurança e não estar sujeito a ataques terroristas”.

Nas últimas eleições, em 2016, Bernie Sanders concorreu nas primárias do Partido Democrata e perdeu a nomeação para Hillary Clinton que, por sua vez, acabou derrotada pelo candidato republicano e atual Presidente, Donald Trump.

Ler mais
Recomendadas

Procurador francês diz que estão acionados todos os meios para encontrar suspeito do atentado de Lyon

As autoridades francesas procuram o presumível autor do atentado ocorrido na sexta-feira numa rua em Lyon, que fez 13 feridos. A investigação judicial, aberta inicialmente por tentativa de homicídio, foi transferida para o Ministério Público de Paris, que centraliza os casos de terrorismo em França.

“Marginalização de África no comércio mundial não mudou muito”, diz ex-dirigente da ONU Carlos Lopes

Carlos Lopes, antigo adjunto do secretario-geral das Nações Unidas, defendeu este sábado em Lisboa que a Zona de Livre Comércio Continental (ZLEC) pode contribuir para acelerar a industrialização da região.

Agências de espionagem dos EUA cedem informações a investigação sobre interferência russa

Presidente norte-americano já disse que vai desclassificar os documentos relacionados com as origens da investigação sobre as ligações russas à campanha.
Comentários