Bi4All vai além das previsões e antecipa volume de negócio de 16 milhões de euros

A Bi4all duplicou o EBITDA em 2018, tendo alcançado os 10 milhões de euros em volume de faturação. A empresa estima que no fecho deste ano atinjam os 16 milhões de euros em volume de negócio.

A BI4ALL ultrapassou os 10 milhões de euros em volume de faturação em 2018, um crescimento na ordem dos 28% face a 2017, cujo valor situava-se nos 9 milhões de euros.

A empresa tecnológica portuguesa, especializada em serviços de analytics e big data, obteve um resultado de 11,5 milhões de euros de volume de negócios, assegurando 52% do mercado nacional (uma aceleração de 24% comparativamente ao ano anterior) e 48% do mercado internacional (um crescimento de 36% face a 2017).

Face a estes resultados apresentados, esta terça-feira, a empresa liderada por José Oliveira, antecipa alcançar os 16 milhões de euros em volume de negócio no final em 2019, ano em que celebra o 15º aniversário da empresa.

Os resultados foram apresentados aos jornalistas, esta manhã, onde foi confirmada a compra de um novo edifício em Lisboa com uma área de sete mil metros quadrados.

Para além desta compra de três milhões de euros, que deverá abrir portas em 2020, a empresa tecnológica revelou ainda que espera aumentar duplicar o número de colaboradores para cerca de 400 no espaço de dois anos com a abertura de três academias nos próximos meses.A BI4ALL terminou o ano com 196 colaboradores, mais 51 que o ano anterior.

Recomendadas
pedro-pardal-henriques

Motoristas avançam com greve ao trabalho suplementar no início de setembro

O sindicato dos motoristas de matérias perigosas vai entregar hoje o pré-aviso de greve ao trabalho suplementar, após não chegarem a acordo com os patrões. “O único regime em que as pessoas podem fazer trabalho suplementar sem receberem é a Coreia do Norte”, disse Pardal Henriques.

Adivinhar o futuro

É necessário o relançamento de uma política fiscal que favoreça a atividade empresarial, sobretudo que permita o incremento da competitividade.

Dividir Google, Amazon, Facebook, Apple e Microsoft: o Oriente agradece

Atualmente, quando se pensa na divisão das megaempresas para ganhar terreno no plano concorrencial, não se pode pensar apenas no plano económico, também importa pensar no plano geopolítico.
Comentários