A Bolsa de Lisboa está a abrir no verde com uma subida de 0,33% para 6,487.98 pontos, depois de, na segunda-feira, os mercados português e europeu terem caído devido à decisão tomada pelos Estados Unidos durante o fim-de-semana de avançaram com tarifas de 25% ao México e Canadá e de 10% à China, com os países afetados a ameaçarem retaliar na mesma medida.
Contudo, a posição norte-americana alterou-se no decorrer de segunda-feira. As tarifas ao México acabaram adiadas por um mês, pelos Estados Unidos, depois de assumido um compromisso de reforço da fronteira com 10 mil membros da Guarda Nacional. Os Estados Unidos decidiram também adiar por um mês as tarifas ao Canadá.
Na bolsa portuguesa as principais subidas vão para os CTT que sobem 1,34% para os 6,03 euros, seguido pela Mota-Engil que valoriza 0,99% para os 2,86 euros, e o Banco Comercial Português (BCP) que sobe 0,83% para os 0,49 euros. No verde estão ainda a Galp Energia, a Ibersol, a NOS, a EDP Renováveis, a Sonae, e a Jerónimo Martins.
No vermelho estão a Semapa que cai 0,66% para os 14,98 euros, a EDP que desvaloriza 0,36% para os 3,01 euros, e a Navigator que desce 0,34% para os 3,50 euros.
A Corticeira Amorim negoceia também no vermelho juntamente com a EDP Renováveis.
Perante os desenvolvimentos no dossier das tarifas as principais bolsas europeias abriram na sua maioria no vermelho, sendo exceções o DAX (Alemanha) que sobe 0,25% e o CAC 40 (França) que valoriza 0,10%.
O FTSE 100 (Reino Unido) quebra 0,35%, o IBEX 35 (Espanha) desce 0,14%, o AEX (Países Baixos) desvaloriza 0,13%, e o FTSE MIB (Itália) desce 0,01%.
O petróleo está a ser negociado em baixa com o brent a descer 0,96% para os 75,23 dólares e o crude a desvalorizar 1,71% para os 71,91 dólares.
O euro está a descer 0,21%, face ao dólar, para os 1,03220 dólares e o euro está a quebrar 0,05%, face à libra, para as 0,83127 libras.
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