PremiumBrasil e Índia estão a enfrentar o pior da pandemia

Dois países distantes um do outro, mas que convergem em termos de várias caraterísticas endógenas às suas sociedades, são os epicentros dos piores dias da catástrofe sanitária que assola o mundo. Com cada um deles a tentar desenvencilhar-se das suas próprias incapacidades e a ajuda internacional a não poder chegar a todo o lado, a única estratégia parece ser esperar que o pior passe. E, como não podia deixar de ser, o pior da alma humana já está em campo.

Dois países que constituem quase os antípodas um do outro, Índia e Brasil, são por estes dias – mais de um ano depois do início da pandemia e poucos meses depois da chegada das primeiras vacinas – epicentros de uma forte presença do vírus SARS-Cov-2, evidenciando que os esforços de combate à Covid-19 só obtêm resultados (minimamente) satisfatórios se geridos em conjunto, como um cocktail que mistura diversos produtos. Mas alguma coisa une Índia e Brasil. Desde logo a pobreza endémica que afeta enormes massas populacionais, que vivem muitos furos abaixo do limiar da sobrevivência.

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