Brisa selecionada operadora de autoestradas mais sustentável da Europa em 2021

Concessionária escolhida pela terceira vez no “Global Real Estate Sustainability Benchmark” da holandesa GRESB.

A Brisa voltou a ser nomeada a operadora de rede de autoestradas mais sustentável da Europa no ranking “Global Real Estate Sustainability Benchmark” da holandesa GRESB, a organização internacional que fornece dados ESG (métricas ambientais, sociais e de governança empresarial) para os mercados financeiros.

A concessionária de autoestradas portuguesa está pela terceira vez em destaque nesta tabela, tendo obtido este ano a pontuação global de 95 pontos em 100 entre um total de 559 empresas em avaliação (mais 35% do que as que foram escrutinadas em 2020, aquando da última publicação do ranking).

“Consolidar a liderança europeia da sustentabilidade na operação de rede de autoestradas pelo terceiro ano consecutivo, num ranking global e crescentemente competitivo, é a melhor prova do compromisso e da capacidade de concretização da Brisa na construção de um futuro mais sustentável, com a participação de todos os colaboradores”, afirma o presidente da Brisa.

Segundo António Pires de Lima, a empresa “tem uma agenda clara para a próxima década, com objetivos e medidas concretas para transformar a qualidade de vida das comunidades, através de infraestruturas e serviços de mobilidade, simples, seguros e sustentáveis”, conforme destaca em comunicado divulgado este sábado.

Neste ranking, a Brisa registou a classificação máxima em dez dos 14 indicadores avaliados pelo GRESB: liderança, reporte, relações com stakeholders, energia, emissões de gases com efeito de estufa, qualidade do ar, gestão de resíduos, biodiversidade e habitats, saúde e segurança e clientes.

Na edição de 2021, o índice GRESB – que tem por base os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU o Acordo de Paris e é utilizado para suportar decisões de investimento de de 130 instituições como BlackRock, ING ou UBS – avaliou mais de 700 fundos e ativos de infraestruturas, além de mais de 1.500 empresas de imobiliário, cujos ativos estão avaliados em 5,7 biliões de dólares (aproximadamente de 4,9 biliões de euros).

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